Em novembro e dezembro de 1908 D. Manuel II, que viria a ser o último rei de Portugal, fez uma longa viagem ao norte do país, tendo passado vários dias no Porto.
Num desses dias, e depois da mãe, a Rainha D. Amélia, ter feito compras numa grande loja da cidade, o povo reuniu-se no Campo da Regeneração (atual Praça da República), para uma parada militar. Dizem os jornais da época que muitas pessoas subiram aos telhados para poderem assistir e que nas ruas, os automóveis, trens e elétricos que se dirigiam ao local tiveram de voltar para trás.
O desfile percorreu várias ruas da Baixa e, em plena Rua de Santa Catarina, o cortejo é recebido com uma grande chuva de flores. No final do dia, tem lugar um jantar de gala no Palácio dos Carrancas. Dona Amélia teve também um dia preenchido, tendo visitado o atelier do escultor Teixeira Lopes.
Depois de ter percorrido diversas localidades do norte, D. Manuel II regressaria ao Porto, tendo participado num sarau no Ateneu Comercial do Porto. Em mais uma homenagem ao rei, os banheiros da Praia do Ourigo deram o nome do monarca à praia. Em outubro de 1910 deu-se a implantação da República e a designação ficou para sempre esquecida.
Fonte: O Tripeiro 7ª série Ano XVI Número 1 e 2 Fevereiro 1997
A Immersivus Gallery é a primeira galeria de experiências artísticas imersivas em Portugal e tem como objectivo ser um ponto de referência artístico nacional.
Será uma das mais antigas fontes da cidade. Não esta que hoje podemos ver ao fundo das escadas do Monte dos Judeus, e deverá remontar a meados do século XIX, mas a sua antecessora, instalada no seculo XIII ainda na praia de Miragaia, para uso comunitário.
Na centralíssima Praça da liberdade, mais precisamente na confluência com a Rua Dr. Artur de Magalhães Basto junto ao Edifício do Banco de Portugal, está instalada uma estátua, hoje em dia vista desenhada e fotografada não só pelos milhares de pessoas que nos visitam, mas igualmente por tantos habitantes locais nas suas passagens rotineiras, e que representa um guerreiro.
O Porto foi o tema principal das suas pinturas
Há marcas do escritor por toda a cidade :
A fonte que está no Jardim do Marquês tem já uma longa história. Foi colocada neste local em 2006, depois das obras de requalificação do jardim, mas durante décadas iluminou, literalmente, a Praça D. João I.
A Praça D. João I só foi inaugurada em nos anos 40 e com uma aura de grande modernidade, graças aos dois edifícios bastante altos que a ladeavam e que ainda existem. Um deles era, à época da construção o edifício mais alto do país. Fazendo a ligação entre a Rua Passos Manuel e a Avenida dos Aliados, esta nova praça, construída onde antes existiam outros edifícios, viria a receber elementos decorativos marcantes: as esculturas de bronze “Os Corcéis”, que ainda lá estão, e a fonte luminosa, que entretanto mudou de local e que está agora no Marquês, embora desprovida de alguns dos seus elementos originais.