Sugestões

Manuel de Novaes Cabral
13 Agosto, 2018 / , ,

Nascido em 1960 nesta cidade, é nela que exerce a sua vida profissional, excluindo o período em que foi chefe do gabinete do ministro Valente de Oliveira, em Lisboa. É a partir daqui que, desde novembro de 2011, lidera o conceituado IVDP, Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, o qual tem por missão fiscalizar, controlar e certificar a qualidade e a quantidade dos vinhos do Porto e do Douro, bem como promove-los e defender as respetivas denominações de origem.

Licenciado em direito e pós graduado em economia europeia pela Universidade Católica Portuguesa, desempenhou funções como diretor adjunto no saudoso jornal O Primeiro de Janeiro e foi assessor da Fundação de Serralves.

Mas antes de chegar ao IVDP esteve 8 anos como Diretor Municipal da Presidência da Câmara do Porto e muitos anos na Comissão de Coordenação da Região do Norte.

Voltando ao vinho, a sua ligação é profundamente familiar e também institucional, pois foi 4 anos Secretário-geral da Assembleia das Regiões Europeias Vitícolas e representou a Câmara do Porto na Great Wine Capitals. Essa ligação faz-se ainda através dos livros, gosto enraizado e devidamente cultivado; entre outros, publicou Aspects de la politique Vitivinicole des Régions d’Europe (3 vols., 2000 e 2001), Territórios do Vinho–Territories of Wine (1ª ed. EV, 2009; 2ª ed. Modo de Ler, 2010) e  Outros Territórios do Vinho-Other Territories of Wine (ed. Modo de Ler, 2012) e, claro, da sua frequente participação regular em jornais e revistas. Com o vinho como centro da atenção, mas com especial foco nos que a região do Douro nos proporciona.

Porque considera o vinho um elemento cultural, não prescinde de fazer constantemente essa ligação: apresentou este mês de Julho o livro Os Poemas da Minha Vida, o 23º volume de uma coletânea comentada de poemas, inserido numa coleção iniciada por Mário Soares e que inclui autores como Marcelo Rebelo de Sousa, Vasco Graça Moura ou Eduardo Lourenço.

São dele as sugestões sobre a cidade onde vive e que conhece bem. E que boas dicas aqui ficam.

 

restaurante: gosto muito de ir ao Ernesto, na Rua da Picaria. Concilia muito bem um ar antigo, com o cosmopolitismo da sua clientela. E as paredes cheias de memórias, com o bom gosto aconchegante do meu amigo Reinaldo, a par de uma cozinha honesta e irrepreensível.

 

 

bar: A Capela Incomum, no Carregal. O local, os amigos e a memória antiquíssima da frequência (sem qualquer sucesso) do antigo Conservatório…

passeio. O Porto não é uma Cidade romântica por natureza? Vamos fazer os Caminhos do Romântico!

 

– local ideal para beber um vinho do porto – O Vinho do Porto, só por si, à temperatura e no copo adequados, transforma qualquer local. Sugiro, naturalmente, o ambiente das Caves de Vinho do Porto, em Vila Nova de Gaia.

 

 

 

segredo da cidade que podes revelar: o coração de D. Pedro, na Igreja da Lapa, cuja chaves são partilhadas pelo Provedor da respectiva Irmandade e pelo Presidente da Câmara do Porto – só acessível a alguns e em raríssimos momentos.

 

 

 

E sendo um bocadinho lúgrube: porque não cirandar pelos cemitérios do Porto, como as catacumbas de S. Francisco, ou ”conviver” com Camilo Castelo Branco ou Arnaldo Gama no cemitério da Lapa? E, se for aí, peça para ver a pistola com que Camilo se suicidou, em 1890, em S. Miguel de Seide

 

 

Uma última dica: não deixe de visitar uma das menos conhecidas e mais notáveis Casas do Porto, o antigo Banco Comercial do Porto, actual Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, na Rua Ferreira Borges, o que pode fazer com um copo de Vinho do Porto na mão.

CORTEJO DO TRAJE DE PAPEL NA FOZ DO DOURO
9 Agosto, 2018 / , , , ,

Os verões na zona mais ocidental do concelho do Porto têm anualmente uma animação cultural muito característica e peculiar – mas, sobretudo, única. De meados de junho a meados de setembro, a União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde recebe as Festas de São Bartolomeu, um conjunto de atividades que anima as ruas e une populações e visitantes.

O Cortejo do Traje de Papel é, reconhecidamente, o momento mais esperado das festividades, com uma história que ultrapassa já a centena e meia de anos e que na última década tem ganho especial relevo na cidade.

 

São meses de trabalho e preparação, com um foco permanente nas raízes, na história e nas estórias da região. A 2ª Invasão Francesa de 1809 e a Libertação da Cidade do Porto é o tema para o Cortejo do Traje de Papel em 2018, que decorrerá no dia 26 de agosto. São metros e metros de papel, cirurgicamente trabalhados por mãos dedicadas que mantêm vivo este momento festivo da cidade.

Só em figurantes, a edição deste ano conta com 350, oriundos de coletividades e associações da União de Freguesias, que se juntam às restantes centenas que visitam a Foz do Douro para viver esta experiência ímpar.

O formato atual tem 75 anos e integra um percurso que procura chegar aos principais centros nevrálgicos da história da Foz do Douro. O desfile de trajes inicia-se pelas 10h30 e passa pela Cantareira, rica pela sua tradição piscatória.

Depois da passagem inevitável pelo carismático Jardim do Passeio Alegre, espaço cúmplice de muitos intelectuais que preenchem a cultura da Foz do Douro e do Porto, o Cortejo prossegue até à Praia do Ourigo, na qual se realizam os Banhos de Mar, um dos momentos mais marcantes das Festas de São Bartolomeu.

Estes banhos estão repletos de tradição e lendas. Também conhecidos como “banhos santos”, estes mergulhos nas águas do Atlântico – sete, como manda a tradição – representam uma forma de agradecer os favores de São Bartolomeu no ano transato e de livrar e expurgar as maleitas ao longo dos próximos doze meses.

Os participantes da edição deste ano provêm do Bloco da União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, da Associação de Moradores do Bairro Social da Pasteleira – Previdência, da Associação de Moradores do Bairro Social de Aldoar e do Orfeão da Foz do Douro.

Muitas são as personalidades da cidade e não só que se juntam a esta tradição, mostrando que a cidade é feita de todos e com todos, mesmo na mais popular das suas tradições.

A Loja das Tábuas – Uma Expressão da Natureza
9 Agosto, 2018 / ,

Já visitou a Loja das Tábuas? Aquela que produz tábuas para grande parte dos Chefes de cozinha e que comercializa produtos tradicionais portugueses com matérias-primas nacionais e os revitaliza, com um toque contemporâneo e elegante.

Visite-a no Palácio das Artes, no Porto, e encontre dezenas de modelos diferentes de tábuas, para corte ou para servir à mesa, que poderá personalizar no momento com uma gravação a laser. Para além do pinho português, encontrará, por exemplo, tábuas em madeira de carvalho, em madeira de oliveira e ainda diversos produtos em cortiça.

Lá pode encontrar ainda outros utensílios como bancos, caixas de vinho ou produtos de cutelaria nacional.

No final, leve as suas tábuas numa embalagem em serapilheira reutilizada para completar uma experiência que valoriza a tradição e o conhecimento do passado e produz emoções no presente

Largo de São Domingos, 20
Palácio das Artes
Porto
+351222080067
https://www.lojadastabuas.pt

 

As sugestões de Maria Miguel
20 Julho, 2018 / , ,

Aos 17 anos Maria Miguel já desfilou para marcas como a Saint Laurent, Chanel e Isabel Marant. A carreira – que tenta conciliar com os estudos – faz com que viaje muito, mas o Porto é a sua casa.

A paixão pela cidade é assumida e ainda recentemente dizia, numa entrevista a um jornal português, dizia: “Para mim, de todas as cidades, é a melhor para viver. Tem mar, tem rio, tem comida ótima”.

Maria Miguel nasceu em Braga, mas vivia na zona do Gerês. Quando o pai foi trabalhar para Angola, a jovem acompanhou a família e viveu durante sete anos naquele país africano. Ainda esteve um ano em Inglaterra, mas agora, apesar de passar muito tempo em Paris, é no Porto que tem a família e os amigos e é aqui que volta sempre que pode.

A moda surgiu por acaso na vida desta “maria rapaz”, que gostava de jogar futebol e de andar de calções. Foi várias vezes abordada por representantes de agências de modelos, mas aos 14 anos resolveu experimentar. Depois de ter vencido o concurso L’Agence go to model começaram a surgir propostas de trabalho. Viajou para Londres e posteriormente para Paris, onde fez um casting para a Saint Laurent que lhe mudou a vida. Já abriu dois desfiles da marca e durante um ano trabalhou em exclusividade para a prestigiada marca parisiense. Apesar de todos este sucesso, a jovem continua a não se deixar deslumbrar pela fama, mantendo gostos simples e normais para uma jovem da sua idade.

Restaurante

Puro 4050: Tem a melhor pizza de trufas do mundo!

Largo São Domingos, 84 Porto

Passeio

Baixa do Porto: Não só é lindo, mas também dá para fazer um bom exercício, porque está cheia de subidas e descidas.

Jardim 

Parque da Cidade: Porque tem campos de futebol fixes!

 

 

 

O elevador dos Guindais
16 Julho, 2018 / , ,

Hoje em dia existe o funicular, mas no fim do século XIX o percurso entre a Batalha e o Cais dos Guindais era feito por um elevador. Inaugurado a 4 de junho de 1891, sofreu, dois anos depois, um acidente que ditou a sua paragem durante mais de 100 anos.

O elevador surgiu para que fosse feita a ligação entre o Cais dos Guindais, local onde chegavam, de barco, produtos alimentares e a zona da Batalha que, pela sua localização central, era um ponto de distribuição destes produtos para outros pontos da cidade. A diferença entre o ponto mais alto e o mais baixo era de 75 metros, mas existiam dois níveis de inclinação diferentes (7% e 47%). O engenheiro portuense Raul Mesnier fez o projeto e a obras iniciaram-se em 1889. A pedreira dos Guindais foi desmontada, o elevador construído e, depois de vários testes, inaugurado em junho de 1891.

O transporte era feito por três carros – um de contrapeso e dois principais, com 5,6 metros de comprimento e capacidade para 40 pessoas. Na parte central destes carros existiam compartimentos de luxo, com tapetes, assentos estofados e persianas. As viagens decorriam de cinco em cinco minutos e custavam 40 reis, mas o grande investimento necessário à construção e manutenção do elevador nunca foi compensado pela receita. Em 1893, um acidente – apenas com prejuízos materiais – ditou o seu encerramento. O atual funicular foi inaugurado em 2004.

Fonte: O Tripeiro 7ª série Ano XXII nº 3 Março 2003

Douro Marina – Onde a excelência atraca na qualidade de serviço
16 Julho, 2018 / , ,

Situada na rua da praia, Afurada, na marginal de Vila Nova de Gaia, a Douro Marina é um porto de grandes emoções com vistas incríveis, espaços para passeio, restaurantes, lojas e cafés.

Esta infraestrutura constitui-se como uma das emblemáticas obras do MCA Grupo que foi responsável pelo projeto, construção, financiamento, exploração e manutenção. Com capacidade para 300 embarcações até 20 metros, a Douro Marina é o maior porto a norte de Lisboa. Dispõe de infraestruturas de apoio e serviços com cerca de 2000m2, repartidos por 3 edifícios, cuja arquitetura reflete e interage a paisagem ribeirinha envolvente e vai buscar inspiração na tradição portuguesa da construção naval.

Para além do Porto de Recreio, a Marina tem acolhido no seu espaço multifacetado, eventos de lazer, desportivos, corporativos, conferencias, formações e apresentações, beneficiando das extraordinárias vistas e condições logísticas, onde se inclui o serviço de catering e refeições.

A Douro Marina é um novo conceito onde se integram e combinam o desporto, lazer, turismo, gastronomia e natureza num conceito sustentável, inovador e de serviço completo.

Para quem simplesmente queira relaxar e assistir a um dos melhores por-do-sol do mundo a esplanada é o local ideal, mas pode também usufruir dos 3 restaurantes, charters náuticos, loja de produtos náuticos, academia de vela, academia de SUP e kayaks e bike rent, assim como dos espaços para eventos de grupos ou particulares.

Desde a sua génese que o MCA Grupo/ Douro Marina almejam conquistar reconhecimento ao nível da sustentabilidade e preservação do espaço, sendo um exemplo sintomático onde a intervenção do homem vem acrescentar valor e preservar a natureza envolvente.

 HASTEAR DE BANDEIRA AZUL 2018 NA DOURO MARINA

Decorreu dia 19 de junho a cerimónia nacional de hastear em 2018 da primeira Bandeira Azul em Marina. Este evento teve lugar na Douro Marina em Vila Nova de Gaia, sendo a primeira Marina galardoada com Bandeira Azul no norte de Portugal nos últimos 9 anos.

Eduardo Vitor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, José Archer, presidente da associação Bandeira Azul da Europa e Manuel Couto Alves presidente do MCA Grupo / Douro Marina presidiram à cerimónia que contou ainda com diversos representantes de entidades públicas e instituições de turismo do Norte de Portugal.

De acordo com o júri nacional Bandeira Azul a escolha da Douro Marina para anfitriã da cerimónia é o reconhecimento do empenho demonstrado e do trabalho realizado em prol da sustentabilidade, sendo que desde 2009 que na região Norte não havia o galardão Bandeira Azul numa Marina ou Porto de Recreio.

As sugestões de Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto
7 Junho, 2018 / ,

Nuno Botelho é um empresário que se destaca na nova geração de empresários portugueses. É Presidente da Associação Comercial do Porto, que tem sede e gere o emblemático Palácio da Bolsa e é a mais antiga associação empresarial do país.

Acionista e fundador da empresa responsável pelo maior evento nacional na área vínica – a “Essência do Vinho”, que, anualmente, reúne centenas de produtores e milhares de visitantes. Detém a “Revista de Vinhos”, publicação líder dos sectores do vinho e gastronomia em Portugal, e lidera a expansão deste grupo empresarial em Portugal e no Brasil.

Nuno Botelho é licenciado em Direito pela Universidade Católica do Porto e pós-graduado em Banca, Bolsa e Seguros pela Universidade de Coimbra. Atualmente é vice-presidente da Associação de Turismo do Porto, comentador em programas de rádio e cronista no principal jornal da cidade, o Jornal de Notícias.

Bar

A minha escolha é o Vip Lounge do Hotel Porto Palácio. Não tenho tantas oportunidades para lá ir como gostaria, mas fico sempre deslumbrado com as amplas vistas sobre o Porto, Gaia e Matosinhos. É um local muito agradável, onde os horizontes parecem não ter fim.

Restaurante

Definitivamente, a Adega de São Nicolau. Pelos deliciosos filetes de polvo e outras especialidades, mas também por um acolhimento quase muito próximo, quase caseiro, que mantem viva uma forte tradição do Porto: saber receber.

Passeio

A baixa da cidade do Porto, desde a Rua Passos Manuel aos Clérigos, a Carlos Alberto e aos Leões. Para depois descer aos Lóios, seguindo pela Rua das Flores e terminar obrigatoriamente no Palácio da Bolsa.

Um segredo da cidade

No Porto não fazemos muita questão de guardar este segredo… A Tasca da Badalhoca, em Ramalde, e as suas míticas sandes de presunto continuam a ser um destino único e original.

Sítio ideal para pensar em novos projetos

A luz, o ambiente e a paisagem de mar na Foz são sempre um local inspirador para novas ideias. Idealmente no bar da Praia da Luz, com um porto tónico ou um copo de verde branco e um belo por do sol a acompanhar.

Jardim do Infante Dom Henrique: Uma homenagem aos Descobrimentos
6 Junho, 2018 / , ,

Esta praça, situada em pleno centro histórico, é o sítio ideal para relaxar entre as caminhadas pelas ruelas da cidade e as visitas aos pontos de interesse que rodeiam este jardim.

Erguida no topo de um pedestal, encontra-se a estátua inaugurada em 1900 que deu o nome a este jardim. O Infante Dom Henrique (1394-1460) foi um nobre navegador e importante figura da Era dos Descobrimentos. Terá nascido nas proximidades, na Casa do Infante.

As Ruas de Ferreira Borges, Infante D. Henrique, Mouzinho da Silveira e da Bolsa delimitam esta praça, que anteriormente era parte integrante da cerca do Convento de São Domingos.

A localização privilegiada desta praça permite vistas surpreendentes para os edifícios emblemáticos circundantes, como o Palácio da Bolsa, o Mercado Ferreira Borges, Igreja de São Francisco e a Igreja Paroquial de São Nicolau.

Rua do Infante Dom Henrique, Porto

Como chegar:

Autocarro:  1M, 500, 900, 901, 906, ZH, ZM, ZR e 10M

Elétrico: STCP – Infante – Passeio Alegre

As pontes do Porto
6 Junho, 2018 / ,

O Rio Douro é um dos ex-libris da Cidade do Porto e são muitos os que defendem que a melhor vista da cidade é a vista desde o rio. São 6 as pontes que hoje ligam as margens do Porto e Vila Nova de Gaia: 2 em ferro (1 delas com 2 tabuleiros) e 4 em betão. Uma das pontes está inativa, uma delas é ferroviária, outra é dividida pelo metro e outros veículos e as restantes são utilizadas para trânsito rodoviário entre as duas cidades.

A travessia entre as margens do Porto e Vila Nova de Gaia começou por ser feita através de barcas e barcaças. Mais tarde surgiu a necessidade de construção de uma travessia permanente e nasceu então, no ano de 1806, a Ponte Das Barcas. Esta ponte era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço, permitindo a passagem de uma margem para a outra e, ao mesmo tempo, a passagem do tráfego fluvial porque facilmente se “abria”. A Ponte das barcas foi destruída por ocasião da fuga da população portuense ao exército invasor francês. Após este desastre, que causou largas centenas de mortos, foi construída a Ponte Pênsil, que foi desativada com a inauguração da Ponte D. Luís, em 1866. Esta ponte, com 2 tabuleiros, tem o maior arco do mundo em ferro forjado.

Ainda antes da construção da Ponte D. Luís, foi inaugurada a Ponte Maria Pia, que servia de ligação ferroviária entre Porto e Gaia e, consequentemente, Porto e Lisboa. Hoje, está inativa, tendo a ligação ferroviária passado para a Ponte São João, em 1991.

Em 1963 foi inaugurada a Ponte da Arrábida, batendo mais um recorde mundial com o maior arco em betão armado. Esta é, diariamente, a principal ligação entre as duas margens do Rio Douro.

A ponte mais a montante é a ponte do Freixo, inaugurada em 1995. Na realidade, esta ponte são duas pontes separadas por apenas 10 cm. Foi construída para minimizar o congestionamento nas pontes da Arrábida e D. Luis.

A 6ª ponte construída é a Ponte do Infante e nasceu para substituir o tabuleiro superior da Ponte D. Luís, entretanto de uso exclusivo do Metro. Liga o Centro histórico à Serra do Pilar.

As seis pontes podem ser apreciadas num dos muitos passeios de barco que percorrem o Douro desde a Ponte do Freixo até à ponte da Arrábida. Este percurso demora cerca de 1 hora.

Festival Pão de Portuga: O sabor da tradição em Albergaria-a-Velha
6 Junho, 2018 / , ,

Albergaria-a-Velha recebe, de 1 a 3 de junho, o Festival Pão de Portugal, um evento que irá reunir mais de 70 variedades de pão português, vindo de várias regiões do país.

São diferentes sabores, que têm em comum a tradição no fabrico e a enorme qualidade de um produto que está fortemente presente na gastronomia portuguesa, quer como acompanhamento ou refeição, quer como sobremesa, uma vez que Portugal tem uma grande variedade de pães doces.

Mas não só de pão se faz este festival! O Festival Pão de Portugal recebe também variados complementos, como compotas, queijos, enchidos, entre outros.

O certame contará ainda com um espaço dedicado ao fabrico, onde os presentes poderão conhecer todos os passos para a confeção deste alimento. Ainda na vertente gastronómica, e para além da presença de vários restaurantes, será possível assistir a showcookings.

Para além do evento gastronómico, o festival proporciona momentos de lazer, culturais e desportivos, como visitas aos moinhos de Albergaria-a-Velha, um festival de cinema documental, concertos e animação para todas as idades.

Informações:

Horários:

1 de junho – 17h à 01h00

2 de junho – 10h30 à 01h00

3 de junho – 10h30 às 20h00

Quinta Boa Vista, Albergaria-a-Velha

Entrada livre