Jardim

Jardim do Carregal
20 Julho, 2018 /

É considerado o último jardim Romântico do Porto. A ponte que atravessa o lago e as árvores frondosas que o rodeiam criam um ambiente único e tranquilo numa zona bastante movimentada.

Construído em 1897, este jardim foi projetado pelo Jardineiro-Paisagista Jerónimo Monteiro da Costa. O lago, a ponte e árvores como cedros, sequoias e araucárias fazem com que este espaço verde seja um local bastante agradável para relaxar.

Localizado junto ao Hospital de Santo António, este jardim presta também homenagem ao médico, professor, investigador e artista Abel Salazar, com uma estátua da autoria do escultor Hélder de Carvalho.

O nome (Carregal), vem de uma planta chamada carrega, que crescia nas margens do Rio Frio, que nascia perto da Torrinha e passava pelo local onde está hoje o hospital.

Jardim do Infante Dom Henrique: Uma homenagem aos Descobrimentos
6 Junho, 2018 / , ,

Esta praça, situada em pleno centro histórico, é o sítio ideal para relaxar entre as caminhadas pelas ruelas da cidade e as visitas aos pontos de interesse que rodeiam este jardim.

Erguida no topo de um pedestal, encontra-se a estátua inaugurada em 1900 que deu o nome a este jardim. O Infante Dom Henrique (1394-1460) foi um nobre navegador e importante figura da Era dos Descobrimentos. Terá nascido nas proximidades, na Casa do Infante.

As Ruas de Ferreira Borges, Infante D. Henrique, Mouzinho da Silveira e da Bolsa delimitam esta praça, que anteriormente era parte integrante da cerca do Convento de São Domingos.

A localização privilegiada desta praça permite vistas surpreendentes para os edifícios emblemáticos circundantes, como o Palácio da Bolsa, o Mercado Ferreira Borges, Igreja de São Francisco e a Igreja Paroquial de São Nicolau.

Rua do Infante Dom Henrique, Porto

Como chegar:

Autocarro:  1M, 500, 900, 901, 906, ZH, ZM, ZR e 10M

Elétrico: STCP – Infante – Passeio Alegre

Quinta de Bonjóia – Um oásis de tranquilidade
18 Abril, 2018 /

Dominado por uma casa rural do século XVIII, a Quinta de Bonjóia é um amplo espaço na zona oriental da cidade ideal para relaxar e passear em família.

Com uma área de cerca de 40.000 m², a Quinta de Bonjóia destaca-se pela casa rural, que terá sido projetada por Nicolau Nasoni, arquiteto responsável pela Torre dos Clérigos. Embora o edifício principal nunca tenha ficado concluído, este é um imóvel classificado como monumento de interesse público.

O desnível do terreno permite desfrutar de uma vista privilegiada para o patamar ajardinado e também para o Vale de Campanhã, emoldurado pelo rio Douro. Os jardins e a mata que constituem esta quinta convidam a horas bem passadas.

Para além de ser um espaço bastante agradável para passear e descontrair, a Quinta de Bonjóia recebe também atividades tão variadas como aulas de Tai Chi, mercados dedicados à agricultura biológica ou workshops.

Rua da Bonjóia, 185, Porto

Jardim do Morro – O Porto visto de Gaia
9 Março, 2018 /

Mais do que um jardim, é um miradouro privilegiado sobre o Rio Douro e sobre a cidade do Porto. O Jardim do Morro, em Gaia, é um excelente local para ver o pôr-do-sol ou para dar um passeio descontraído e desfrutar da paisagem.

Para quem está no Porto, o acesso a este jardim, na outra margem do Rio Douro, pode ser feito de metro, já que tem uma estação mesmo em frente, ou a pé, através do tabuleiro superior da Ponte D. Luís.

O jardim, que foi recentemente recuperado, ocupa o lugar de um morro que ali existia e que acabou por ser destruído, de forma a abrir uma avenida que ligasse Gaia ao tabuleiro superior da ponte e ao Porto.

O jardim foi inaugurado em 1927 e desde essa altura que é um miradouro privilegiado para o Porto, a que um lago, uma gruta e, mais recentemente, bancos de pedra estrategicamente colocados, dão um encanto ainda maior. As obras recentes melhoraram as condições deste espaço verde, dotando-o também de um bar e de outras estruturas de apoio.

 

 

 

 

Avenida da República, Vila Nova Gaia

Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva
6 Fevereiro, 2018 / , , , ,

Totalmente dedicada à Biodiversidade, a Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva é muito mais do que um museu. Juntando ciência e arte, este é um espaço moderno e pensado para criar experiências inesquecíveis. Até ao final de abril recebe a exposição fotográfica Photo Ark.

Este centro integra a Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), constituindo, com o Jardim Botânico, um dos polos desta instituição ligada à Universidade do Porto. Localizada na mítica Casa Andresen – que inspirou a famosa poetisa portuguesa Sophia de Mello Breyner – a Galeria da Biodiversidade está rodeada pelo Jardim Botânico, que é também um ponto de visita obrigatório para amantes da ciência.

É um local onde as artes se cruzam com a biologia e a história natural, estimulando a interatividade e as experiências sensoriais. A exposição permanente integra 49 módulos expositivos e instalações, organizados em 15 temas principais que abordam vários aspetos da diversidade biológica e cultural, mas de uma forma praticamente única em todo o mundo. Desde os modelos mecânicos até às plataformas multimédia, existem várias formas de envolver o visitante em histórias sobre a vida contadas através da ciência, da literatura e da arte.

 

 

 

Arca de Noé fotográfica

Até 29 de abril, a Galeria da Biodiversidade recebe a exposição fotográfica da National Geographic Photo Ark, baseada no projeto de Joel Sartore. Há 10 anos, este fotógrafo traçou um objetivo: fotografar todas as espécies existentes em cativeiro, para criar um dos maiores arquivos de biodiversidade do mundo. Esta “Arca de Noé fotográfica” pretende sensibilizar o público a dedicar-se à conservação dos animais mais vulneráveis. Foram já retratadas mais de 7000 espécies e as melhores imagens podem agora ser vistas nesta exposição imperdível.

Informações:

Galeria da Biodiversidade

Rua do Campo Alegre, n.º 1191, Porto

Horário: de Terça a domingo, 10h00 às 18h00

Bilhete normal: 5€

Praça Dr. Francisco Sá Carneiro – Um jardim para viver o Outono no Porto
4 Dezembro, 2017 /

É um dos espaços verdes mais recentes da cidade e um dos mais tranquilos, apesar de todo o movimento em redor.

Localizado na zona das Antas e rodeado por vários cafés ideais para um pequeno-almoço em família, este jardim foi construído em 1948. Inicialmente era designado como Jardim da Praça Velasquez (pintor espanhol, 1599-1660), nome pelo qual ainda é conhecido pelos portuenses mais velhos.

O seu nome atual – Praça do Dr. Francisco Sá Carneiro – homenageia o ex-Primeiro Ministro português, nascido no Porto em julho de 1934 e falecido a 4 de dezembro de 1980, num acidente de aviação perto de Lisboa.

Este jardim de forma circular tem uma escultura alusiva ao político. Com um amplo espaço para caminhar, correr ou andar de bicicleta, possui também locais com sombra e bancos que convidam ao descanso.

O antigo estádio do FC Porto (Estádio das Antas, entretanto demolido) era ali bem perto, pelo que em dias de jogos de futebol era um dos locais mais concorridos da cidade.

No terceiro sábado de cada mês este jardim recebe a Feira de Antiguidades e Velharias.

STCP: 300, 301, 305, 401, 402, 805, 806 e 8M

Jardim da Praça da República
17 Outubro, 2017 /

De campo militar a local de lazer

O nome oficial deste espaço é Jardim de Teófilo Braga, mas este jardim, situado no centro da cidade, é mais conhecido como Praça da República. Foi campo de treino militar e só em 1915 viria a ser um jardim público.

Quando foi inicialmente construído, em 1790, tinha como objetivo ser um campo para exercícios militares do Quartel de Santo Ovídio, um edifício que ainda hoje existe. Este local foi também palco de momentos históricos, como a Revolução Liberal de 1820, o 31 de janeiro de 1891 (primeira tentativa de implantação da República) e o 25 de abril de 1974.

É um jardim retangular, ladeado por tílias e carvalhos, com canteiros relvados e palmeiras. Com bancos de madeira para aproveitar a sombra, este jardim destaca-se também pelas esculturas que o ornamentam: Baco, de Teixeira Lopes, Padre Américo, de Henrique Moreira e a República, de Bruno Marques, que assinala o centenário da implantação da República.

Como chegar: STCP: 202, 304, 502 e 600

 

Jardim do Marquês de Pombal
22 Agosto, 2017 /

Um jardim com muitas vidas

Durante as invasões francesas foi uma linha de defesa da cidade e também já funcionou como local de cobrança de impostos. Hoje é um dos espaços verdes mais centrais da cidade.

Na segunda metade do século XIX, quando este espaço ganhou a configuração atual, era designado como Largo da Aguardente e chegou a ter uma praça de touros. Em 1898 foi ajardinado, tendo sido criada a alameda e o coreto que ainda permanece. O nome homenageia o Marquês de Pombal, ministro do rei D. José, e que teve um papel fulcral na História de Portugal.

Já no século XXI, com a construção da linha de metro e a requalificação urbana da Porto 2001 -Capital Europeia da Cultura, ganhou dois novos elementos: foi instalada uma fonte circular que durante muitos anos esteve instalada na Praça D. João I e criados os acessos à estação de metro, que estão camuflados com sebes de camélias.

No lado poente do jardim está a Igreja da Imaculada Conceição, construída em 1938.

Como chegar:
Autocarros STCP: 203, 206, 302, 303, 402, 701, 702, 703, 805 e 80

Linha de metro: D;

Parque da Cidade
10 Julho, 2017 /

A tranquilidade do campo junto à praia

É o maior parque urbano do país, com 83 hectares e uma localização privilegiada, bem perto do mar. O Parque da Cidade é o local ideal para passear, fazer exercício, relaxar na companhia de um livro ou até para uma refeição leve, aproveitando a sombra.

Uma vasta extensão de verdura que se estende até ao Oceano Atlântico, com lagos, percursos para caminhar, correr ou andar de bicicleta e várias espécies de árvores e de aves. O Parque da Cidade é um espaço agradável, perfeito para passeios em família ou para passar longas horas de tranquilidade e frescura em dias de calor.

Foi projetado pelo arquiteto paisagista Sidónio Pardal; a primeira fase da obra ficou pronta em 1993 e a inauguração teve lugar em 2002. Os muros e os pavimentos em pedra criam uma atmosfera rústica e o acesso direto à praia contribui para uma ligação entre o campo e o mar que torna este espaço ainda mais apetecível.

O Parque da Cidade acolhe ainda o Centro de Educação Ambiental.

Horário: até 30 de setembro: todos os dias 8:00-24:00

Quinta de Bonjóia
26 Junho, 2017 /

Um oásis de tranquilidade

 

Dominado por uma casa rural do século XVIII, a Quinta de Bonjóia é um amplo espaço na zona oriental da cidade ideal para relaxar e passear em família.

 

Com uma área de cerca de 40.000 m², a Quinta de Bonjóia destaca-se pela casa rural, que terá sido projetada por Nicolau Nasoni, arquiteto responsável pela Torre dos Clérigos. Embora o edifício principal nunca tenha ficado concluído, este é um imóvel classificado como monumento de interesse público.

O desnível do terreno permite desfrutar de uma vista privilegiada para o patamar ajardinado e também para o Vale de Campanhã, emoldurado pelo rio Douro. Os jardins e a mata que constituem esta quinta convidam a horas bem passadas.

Para além de ser um espaço bastante agradável para passear e descontrair, a Quinta de Bonjóia recebe também atividades tão variadas como aulas de Tai Chi, mercados dedicados à agricultura biológica ou workshops.

 

Rua da Bonjóia, 185, Porto