As escolhas de

Manuel Pinheiro
19 Setembro, 2018 / ,

O Presidente da Comissão Executiva da CVRVV – Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes gosta passear para descobrir a cidade onde nasceu. Apesar de ser um apaixonado pelos automóveis antigos, é a pé que gosta de percorrer o Porto.

Manuel Pinheiro nasceu em 1966 na Sé, uma das mais típicas freguesias do Porto e foi também na sua terra natal que estudou Direito na Universidade Católica. A Pós-Graduação em Administração foi feita no Collége d´Europe em Brugge, Bélgica, mas regressaria ao Porto para trabalhar.

É presidente da ANDOVI – Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícolas, entidade que reúne as Regiões Demarcadas Portuguesas e membro do Conselho Consultivo do Instituto da Vinha e do Vinho. Foi vice-presidente do CEPV, Conselho Europeu Profissional do Vinho, membro do Conselho Interprofissional da CIRDD e do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto e secretário-geral da ANCEVE. É presidente da CVRVV desde 2000.

Os automóveis antigos são uma das suas paixões. “Gosto de trabalhar neles e de os conduzir com a calma que hoje, na azáfama do dia-a-dia, já não conhecemos”, revela. Em 1995 esta paixão levou-o a abrir, na Rua da Constituição, a Ascari (http://www.ascari.pt), que ainda hoje é a única livraria especializada em temas de automóveis, motos e técnica.

Nos seus tempos livres, o presidente da CVRVV também adora caminhar: “O Porto tem imensas opções para o caminhante. Seja o centro da cidade, a zona histórica com vielas e escadarias por descobrir, sejam as avenidas como a Boavista ou a Marechal Gomes da Gosta com imponentes moradias. Um dos percursos mais interessantes é a marginal do Douro, desde o centro histórico até às praias da Foz. São duas cidades numa só: o centro urbano e a zona da costa, antigamente local de veraneio dos portuenses e hoje uma zona residencial e de restaurantes excelentes”, aconselha.

Restaurante

O Porto tem cada vez mais oferta de comidas de todos os sabores e origens. Vamos portanto regressar a dois locais que preservam a gastronomia tradicional Portuense e cujas salas se enchem de clientes locais. O Morfeu Marginal, na rua do Ouro 400, quase sob a ponte da Arrábida, com ementa que varia todos os dias (não perca o cozido à sexta!) e a Cozinha do Martinho, no outro extremo da cidade, na Areosa (Rua de Costa Cabral 2598), que preserva uma ementa tradicional que seduziu o Anthony Bourdain na sua última visita ao Porto.

Bar

De copo na mão, de pé a conversar e a ver a cidade passar, o Aduela (Rua das Oliveiras, 36 ) é um bom ponto de encontro informal.

 Local/Passeio na cidade

Vá para o extremo menos turístico da cidade, em Campanhã, e faça a ecovia sobre o Douro que começa junto à Pousada do Freixo/Museu de Imprensa e vai até um ótimo local para almoçar com uma visita inesquecível, a Casa Lindo. Esta ecovia segue sempre sobre o rio, muito serena acompanhando as curvas da margem. Perfeito para um fim de tarde também.

Um segredo da cidade 

Todos os visitantes ao Porto passam pela Sé Catedral, edifício central da cidade datado do século XII. Se o visitante estiver na porta da Sé e olhar em frente com atenção, verá uma seta amarela marcada na pedra. Caminhe até essa seta e procure outra. Siga as setas pela cidade fora e diga-nos onde elas o levaram.

 Onde beber um vinho verde

Mesmo ao lado do Porto, Matosinhos, facilmente acessível a pé ou de metro, tem uma oferta imensa de restaurantes com peixe fresco a cada dia. É o ambiente ideal para provar o melhor da gastronomia Portuguesa com um ótimo Vinho Verde.

 

Manuel de Novaes Cabral
13 Agosto, 2018 / , ,

Nascido em 1960 nesta cidade, é nela que exerce a sua vida profissional, excluindo o período em que foi chefe do gabinete do ministro Valente de Oliveira, em Lisboa. É a partir daqui que, desde novembro de 2011, lidera o conceituado IVDP, Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, o qual tem por missão fiscalizar, controlar e certificar a qualidade e a quantidade dos vinhos do Porto e do Douro, bem como promove-los e defender as respetivas denominações de origem.

Licenciado em direito e pós graduado em economia europeia pela Universidade Católica Portuguesa, desempenhou funções como diretor adjunto no saudoso jornal O Primeiro de Janeiro e foi assessor da Fundação de Serralves.

Mas antes de chegar ao IVDP esteve 8 anos como Diretor Municipal da Presidência da Câmara do Porto e muitos anos na Comissão de Coordenação da Região do Norte.

Voltando ao vinho, a sua ligação é profundamente familiar e também institucional, pois foi 4 anos Secretário-geral da Assembleia das Regiões Europeias Vitícolas e representou a Câmara do Porto na Great Wine Capitals. Essa ligação faz-se ainda através dos livros, gosto enraizado e devidamente cultivado; entre outros, publicou Aspects de la politique Vitivinicole des Régions d’Europe (3 vols., 2000 e 2001), Territórios do Vinho–Territories of Wine (1ª ed. EV, 2009; 2ª ed. Modo de Ler, 2010) e  Outros Territórios do Vinho-Other Territories of Wine (ed. Modo de Ler, 2012) e, claro, da sua frequente participação regular em jornais e revistas. Com o vinho como centro da atenção, mas com especial foco nos que a região do Douro nos proporciona.

Porque considera o vinho um elemento cultural, não prescinde de fazer constantemente essa ligação: apresentou este mês de Julho o livro Os Poemas da Minha Vida, o 23º volume de uma coletânea comentada de poemas, inserido numa coleção iniciada por Mário Soares e que inclui autores como Marcelo Rebelo de Sousa, Vasco Graça Moura ou Eduardo Lourenço.

São dele as sugestões sobre a cidade onde vive e que conhece bem. E que boas dicas aqui ficam.

 

restaurante: gosto muito de ir ao Ernesto, na Rua da Picaria. Concilia muito bem um ar antigo, com o cosmopolitismo da sua clientela. E as paredes cheias de memórias, com o bom gosto aconchegante do meu amigo Reinaldo, a par de uma cozinha honesta e irrepreensível.

 

 

bar: A Capela Incomum, no Carregal. O local, os amigos e a memória antiquíssima da frequência (sem qualquer sucesso) do antigo Conservatório…

passeio. O Porto não é uma Cidade romântica por natureza? Vamos fazer os Caminhos do Romântico!

 

– local ideal para beber um vinho do porto – O Vinho do Porto, só por si, à temperatura e no copo adequados, transforma qualquer local. Sugiro, naturalmente, o ambiente das Caves de Vinho do Porto, em Vila Nova de Gaia.

 

 

 

segredo da cidade que podes revelar: o coração de D. Pedro, na Igreja da Lapa, cuja chaves são partilhadas pelo Provedor da respectiva Irmandade e pelo Presidente da Câmara do Porto – só acessível a alguns e em raríssimos momentos.

 

 

 

E sendo um bocadinho lúgrube: porque não cirandar pelos cemitérios do Porto, como as catacumbas de S. Francisco, ou ”conviver” com Camilo Castelo Branco ou Arnaldo Gama no cemitério da Lapa? E, se for aí, peça para ver a pistola com que Camilo se suicidou, em 1890, em S. Miguel de Seide

 

 

Uma última dica: não deixe de visitar uma das menos conhecidas e mais notáveis Casas do Porto, o antigo Banco Comercial do Porto, actual Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, na Rua Ferreira Borges, o que pode fazer com um copo de Vinho do Porto na mão.

As sugestões de Jorge Curval
13 Março, 2018 /

Nascido no Porto em 1958, Jorge Curval já participou em exposições individuais e coletivas em Portugal e em países como Grécia, Brasil, França e Espanha. Os seus locais favoritos do Porto refletem o amor pela arte, mas também a constante procura pela inovação deste artista que é também professor e, sobretudo, um apaixonado pelas coisas boas da vida.

Jorge Curval frequentou a Faculdade de Belas Artes do Porto e desde meados dos anos 80 que as suas obras têm sido expostas em galerias e eventos dentro e fora de Portugal. Com trabalhos em coleções públicas e privadas, tem dedicado uma parte da sua carreira à partilha de conhecimentos.

Desde 1997 leciona a cadeira de Artes Plásticas da Faculdade Sénior, no Porto. Entre 2001/2004 lecionou as oficinas de artes plásticas no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto. Responsável pelos Workshops de Pintura no Museu Centro Memória de Vila do Conde e no Palácio das Artes Fundação da Juventude do Porto. Pintor, escultor, designer e bon vivant, Jorge Curval sugere a visita a locais do Porto onde a arte está muito presente, mas sem esquecer espaços ao ar livre para desfrutar da tranquilidade e da paisagem.

Bar:

No verão, o Base, pelo ambiente heterogéneo dos seus clientes, pelo seu bom ar, por nos fornecer puro oxigénio, sendo ao ar livre, e pela música.

No Inverno, o Bonaparte na Baixa, pela decoração acolhedora e heterogeneidade de pessoas, com uma mistura de várias faixas etárias e países de origem.

Restaurante:

Digby, no Hotel Torel Avantgarde, porque além de me sentir em casa desfruto de uma vista única de contemplação sobre o rio e foz do Douro e de uma gastronomia cuidada agregada aos sabores de todo o mundo.

Passeio na cidade:

Desfrutar e andar no parque da Cidade, tendo frentes diversificadas de terra, mar e bosque. É sem dúvida um dos mais completos parques do mundo.

Estátua:

O Desterrado, no Museu Soares dos Reis. É uma peça exemplo da escultura do Romantismo Português, com a qual convivi durante 3 anos enquanto orientador de oficinas de artes plásticas neste Museu.

Pintura:

Instrumento de música 1915-16, de Amadeu de Souza Cardoso da coleção particular do Museu Nacional de Soares dos Reis.

Monumento:

Teatro Nacional de São João, pela traça clássica e bem recuperada. É para mim um ex libris da cidade. Não descurando a casa da Música e Serralves.

Um segredo da cidade: 

Situado nas traseiras do Palácio da Justiça, o Jardim ou Horto das Virtudes desenvolve-se em socalcos, permitindo uma excelente perspetiva sobre o rio Douro e a imponente Alfândega do Porto. É um jardim pouco conhecido e visitado, sempre que o visito, sinto que ele é como um segredo na cidade.

 

Um dia no Porto com: Susana Ribeiro
6 Fevereiro, 2018 / , ,

Autora do blogue Viaje Comigo (www.viajecomigo.com), Susana Ribeiro tem passado os últimos anos a viajar pelo mundo. Mas é ao Porto, onde vive, que regressa sempre e, como pode ver pelas suas sugestões, esta é uma cidade que continua a surpreendê-la. Conheça as sugestões de Susana Ribeiro para um dia inesquecível no Porto.  

 

Pequeno-almoço

O Carvalhido é a área que reúne algumas das melhores confeitarias da cidade do Porto. A Nova Real é uma delas e o local perfeito para começar o dia com um pequeno-almoço com pães e pastelaria muito fresca. Como lá é tudo bom, dos salgados  aos doces, é difícil sugerir o que quer que seja. Olhe para as montras e delicie-se, mas aviso que a escolha não vai ser fácil.

 

 

Café ao meio da manhã

Não tomo café. Quando estou em viagem até me dizem, em jeito de brincadeira, que devo ser a única portuguesa, no mundo, que não bebe café. Mas, se for para um chá, a meio da manhã, podia ser na Tavi com vista para o mar, na Foz. E com um docinho a acompanhar.

 

 

Umas compras 

Quem diz compras, diz ver umas montras. E pode ir passear pela Rua Miguel Bombarda, onde tem o Centro Comercial Miguel Bombarda, com diversas lojas diferentes, e dezenas de galerias de arte para visitar. Aqui perto está também o Palácio de Cristal, que vale muito a pena para um passeio, se o tempo estiver convidativo.

 

Almoço

Ao almoço… uma francesinha! Assim tem o dia todo para queimar as calorias a mais. A Rua Passos Manuel já é chamada a rua das francesinhas, de tantas que são as casas que as servem… e o petisco também já se alastrou para a Praça dos Poveiros. Como toda a gente tem uma opinião diferente sobre qual a melhor francesinha, deixo ao vosso critério… Mas, se me pedem para escolher: as do Lado B são muito boas.

 

Umas compras

Na Rua de Guedes de Azevedo, 123, a Mercado Loft Store é uma perdição para quem gosta de artigos de decoração e com peças muito bonitas – que dão prendas muito originais.

 

Jantar

Depois das compras e de uma caminhada no calçadão da Foz, abre-se o apetite para o jantar. Mas, qual escolher? Sugiro o Wish (Largo Igreja da Foz) com comida tradicional e sushi ou o BH Foz (Avenida do Brasil) – que serve de tudo um pouco e fica de frente para o mar.

 

Copo

Hoje em dia, a noite na Baixa do Porto é muito passada nas ruas, mas quando está frio entro no bar Gin House: com bom ambiente e à semana muito tranquilo.

 

Dançar

Há pouco tempo descobri o bar da Embaixada Lomográfica do Porto (perto da praça Carlos Alberto) e o Garden’s (na travessa de Cedofeita). Ambos dão para conversar e para dançar.

O Porto de Catarina Beirão
15 Janeiro, 2018 / , ,

Tem 17 anos e as praias do Porto e Matosinhos são quase uma segunda casa para esta promissora surfista portuguesa e campeã regional feminina na categoria sub-18. A paixão pelo surf surgiu há cinco anos e já a levou a muitas praias nacionais e estrangeiras, mas é no Porto que estão alguns dos seus locais favoritos.

A atleta do Surf Club do Porto não esconde a sua paixão pelo mar e pelas praias do Porto, partilhando com os leitores do Hey Porto algumas das suas sugestões para dias bem passados na cidade.

 

Bar: Bonaparte, Avenida Brasil

Gosto do ambiente. Gosto porque é um bar tradicional na zona onde sempre vivi, por ter uns pregos ótimos, e porque vou lá com família e com amigos.

 

Restaurante– Picaba – Edifício Transparente- Comida saudável, em frente ao mar e à praia onde comecei a fazer surf. Os empregados conhecem-nos e fazem-nos sentir em casa. Tem um menu Surf e porque, por mais vezes que lá vá, nunca me canso.

 

Passeio: marginal da foz até à Ribeira – passear para mim tem que ser ao pé de água, e idealmente a ver o mar. Tenho a sorte de viver numa zona única do Porto, quase em frente ao mar, o que me faz fazer este passeio com muita regularidade. Um passeio que nunca se repete, porque o especial do mar é que nos faz sempre vê-lo de forma distinta. Há um cheiro inconfundível da maresia, e até nos dias de nevoeiro e frio a “ronca” (som proveniente do farol para avisar os barcos em dias de nevoeiro) torna este passeio único.

 

Local ideal para fazer surf: praia da Maceda (Ovar, Aveiro)

Adoro o acesso pelo meio da floresta e as falésias que constituem a praia. Parece mesmo um spot de sonho de surf!

 

Um segredo da cidade: Jardim das Virtudes – já foi menos conhecido… mas continua a ser um local com alguma magia. Lembro-me da primeira vez que lá fui e percebi a vista maravilhosa que este jardim tem. Uma vista para o nosso rio Douro e, ao mesmo tempo em plena Baixa, com o tribunal e o jardim da Cordoaria atrás. Não tenho dúvidas de que sempre que alguém lá vai pela primeira vez fica surpreendido por ter uma das vistas mais bonitas da nossa cidade.

As sugestões de Joaquim de Almeida
6 Novembro, 2017 / , , ,

Com uma carreira de quase 40 anos e mais de 100 filmes e séries de televisão, Joaquim de Almeida é o ator português mais famoso em todo o mundo. Vive nos EUA, onde se desenvolve a maior parte da sua carreira, mas passa alguns períodos do ano em Portugal.

Nasceu em Lisboa em março de 1957, sendo o sexto de oito filhos de um casal de farmacêuticos. A sua carreira, contudo, viria a ser outra e, ainda muito jovem, optou por seguir a profissão de ator. Quando o Conservatório de Lisboa foi temporariamente fechado, devido à agitação causada pela revolução do 25 de abril, mudou-se para Viena para continuar a estudar. Nessa altura chegou a trabalhar como jardineiro.

Em 1976 foi para Nova Iorque para estudar representação com Lee Strasberg, Nicholas Ray e Stella Adler, enquanto trabalhava num bar. O seu primeiro papel de relevo surgiu em 1981 no filme “”The Soldier”, mas seria “Good Morning Babylon” a lançá-lo numa carreira internacional que, desde então, ainda não parou. Trabalhou com atores e realizadores como Harrison Ford, Gene Hackman, Antonio Banderas, Robert Rodriguez, Steven Soderberg, Benicio del Toro ou Kiefer Sutherland.

Aos papéis como ator convidado em séries como “CSI Miami” ou “Bones” – onde despenhou muitas vezes o papel de vilão latino – somou participações regulares em temporadas de outras, como “24”, “Queen of the South” ou “Training Day”. Simultaneamente, continuou a trabalhar com realizadores e atores portugueses, tendo alcançado sucessos de bilheteira e conquistado vários prémios e distinções.

Melhor bar

Numa vertente mais cultural, Os Maus Hábitos. Para sair tarde pela noite fora, em qualquer dia da semana, a Casa Do Livro

Melhor Restaurante

É difícil escolher um. Assim, vão três: O Oficina do chefe Marco Gomes ou o LSD do chef João Lupo e também o menos conhecido Paparico, talvez o maior segredo para comer bem no Porto

Sítio Romântico e Passeio

Subir o Douro no barco que foi construído para os 60 anos de Reinado da Rainha Isabel de Inglaterra. Passar duas noites nuns quartos acolhedores e usufruir de um serviço de primeira. Em Setembro e Outubro é a melhor altura para o fazer.

Segredo da Cidade

É a vista que se tem a partir do espaço da Cooperativa Árvore. Que lindo que é ver o Douro dali, passar a tarde entre um vinho e um petisco…Bem perto do centro e, mesmo assim, ainda tão desconhecido dos portuenses.

O Porto de Iker Casillas
8 Maio, 2017 /

Um verdadeiro campeão. Iker Casillas, atualmente a representar o FC Porto, soma títulos desportivos e distinções internacionais. Chegou à cidade em 2015 e já se deixou conquistar pelos seus encantos.

A carreira de Casillas foi desde cedo marcada pelas conquistas: em 1999, com 18 anos e 115 dias, foi o mais jovem guarda-redes de sempre na equipa principal do Real Madrid, clube pelo qual fez 725 jogos. Com a camisola dos “merengues” somou títulos: três Ligas dos Campeões, um Mundial de Clubes, duas Taças Intercontinentais, duas Supertaças Europeias, cinco Ligas espanholas, duas Taças do Rei e quatro Supertaças espanholas

Em 1997, na seleção espanhola, venceu o Campeonato da Europa de Sub-16 e em 1999 conquistou Mundial Sub-20 (em ambos os casos os títulos foram ganhos com defesas suas no desempate por penáltis). Seria apenas o início de um percurso de sucesso, onde se incluiriam também o Mundial de 2010 e dois Campeonatos da Europa. O guarda-redes brilha também no apoio a causas humanitárias. Criou uma fundação focada no bem-estar das crianças e em 2011 foi nomeado Embaixador de Boa Vontade das Nações Unidas.

Vive no Porto desde 2015 com a mulher, Sara Carbonero e os dois filhos. Cedo se rendeu à beleza da cidade, partilhando, nas redes sociais, fotografias e vídeos dos seus passeios e das paisagens do Porto.

 

Sugestões

Bar: Miradouro Ignez

Restaurante: Casa de Pasto da Palmeira e Wish Restaurante & Sushi

Passeio: Passeio de barco pelo rio Douro e uma visita ao Museu do FC Porto

Local romântico: um passeio pelos jardins de Serralves

Um segredo da cidade: assistir ao pôr do sol nas praias da foz

As sugestões de Katty Xiomara
23 Abril, 2017 / , ,

É um dos nomes mais internacionais da moda portuguesa. Embora tenha nascido na Venezuela, a sua carreira tem sido desenvolvida no Porto e é a partir daqui que desenha criações que desfilam nas passerelles de todo o mundo.

Katty Xiomara nasceu em Caracas, na Venezuela, tendo chegado ao Porto aos 18 anos. Foi nessa altura que decidiu começar a estudar moda. Ainda como estudante venceu, com apenas 22 anos, o primeiro prémio do Porto de Moda. Em 1996 participou no Porrtugal Fashion pela primeira vez e desde então tem sido presença assídua neste evento, tendo também apresentado coleções no Portugal Fashion Paris.

Desde 2005 que participa em feiras internacionais como a Bread & Butter, Berlim e Barcelona, e a Project, Las Vegas entre outras. Esta carreira internacional foi consolidada em 2013, quando começou a estar presente na Semana de Moda de Nova Iorque. Em 2014 recebeu o Silver Winner, atribuído pela IDA “International Design Awards”, prémio que voltaria a ganhar em 2015.

Em 2007 instalou o seu atelier numa casa na Rua da Boavista, mas é possível encontrar as suas coleções nos Estados Unidos e Japão. As suas criações são elegantes e intemporais, mas ao mesmo tempo alegres e românticas, destinando-se a mulheres confiantes e que apostam num estilo individual único.

Na carreira de Katty Xiomara destacam-se também colaborações com várias marcas internacionais, que vão desde a roupa desportiva à criação de uniformes. A designer é também professora na mesma escola de moda onde se formou, o Modatex.

Atelier

Rua da Boavista, 795
Telefone: +351 220 133 784

  • Bar – Sei que não é propriamente um bar, mas gosto muito do mojito, do blackberry fizz e do berrygood no Honorato (Baixa)
  • Restaurante – Um tradicional e sem pretensões: o Antunes. Noutro registo, salientaria o Flow ou o Reitoria
  • Passeio – Palácio de Cristal, a marginal da Foz até a Ribeira
  • Local romântico – O antigo solar do vinho do Porto, nos jardins românticos do Palácio de Cristal
  • Um segredo da cidade: Não é propriamente um segredo, mas gosto muito do Passeio das Virtudes, o Centro Português de Fotografia/Antiga Cadeia da Relação e Museu Soares dos Reis