Atualidade

Um mês a celebrar o Natal
4 Dezembro, 2017 / ,

Até 7 de janeiro, o Porto ilumina-se com as cores de Natal. De uma árvore gigante até às pistas de gelo, há diversão para toda a família.
As iluminações natalícias são já uma longa tradição na cidade do Porto, mas este ano chegam ainda mais longe, levando a magia da época festiva até outras ruas. Quase dois milhões de micro lâmpadas, néon e LED, em branco, dourado e azul vão fazer brilhar as ruas do Porto e servir de cenário às compras de Natal na Baixa e na Boavista, mas também em locais como a zona da estação de Campanhã, Bonfim, Marquês, Carvalhido e Foz.
O início deste período natalício tem lugar a 1 de dezembro, ao anoitecer, altura em que é ligada a árvore gigante colocada em frente ao edifício da Câmara Municipal, bem como as iluminações em todas as ruas. Nos Aliados o momento é assinalado com um concerto e com fogo-de-artifício. Mas quem perder este momento tem ainda muito para ver até ao dia 7 de janeiro.
Durante este período estarão também a funcionar duas pistas de gelo natural: uma na Praça de D. João I e outra na Praça de Mouzinho de Albuquerque (Rotunda da Boavista). Aqui estão também outros divertimentos para todas as idades.
E no dia 31 de Dezembro, como é habitual, a festa de Passagem de Ano tem como ponto central os Aliados, mas estende-se a toda a cidade.

Rua Sá da Bandeira
7 Novembro, 2017 / , , ,

Hoje é uma das ruas mais centrais e movimentadas do Porto, mas nasceu num local anteriormente ocupado por terrenos agrícolas, vielas e até cocheiras.

O próprio nome da rua tem uma história curiosa: Bernardo Sá Nogueira de Figueiredo era marechal fiel às tropas liberais. Durante o Cerco do Porto, na guerra travada entre Liberais e Absolutistas, o braço onde transportava a bandeira liberal foi-lhe amputado pelo inimigo. Passaria a ser conhecido como Sá da Bandeira. Mais tarde assumiria cargos políticos de relevo, chegando mesmo a ministro. Seria também distinguido com os títulos de barão, visconde e marquês.

A Rua Sá da Bandeira só surgiu no século XIX: até então, esta era ainda uma zona com quintas e terrenos de cultivo, muitos deles pertencentes a D. Antónia Adelaide Ferreira (A Ferreirinha), um dos nomes mais importantes na história do Vinho do Porto. A zona tinha também pequenas vielas, que foram quase totalmente demolidas.

A rua começou a ser construída em 1836, mas as primeiras casas só surgiriam sete anos depois. Em 1875 foi prolongada até à Rua Formosa e a continuação até à Rua de Fernandes Tomás (1904) obrigou à demolição das cocheiras onde estavam os cavalos que nessa altura puxavam os transportes públicos da época. Mais tarde, a rua viria a ser prolongada até para Sul e posteriormente para Norte, até ganhar a forma atual.

 

Pontos de Interesse

 

Teatro Sá da Bandeira

Abriu em 1870, mas antes já tinham existido no mesmo local estruturas mais rudimentares destinadas a espetáculos. Por ali passou, em1895, Sarah Bernhardt e foi também neste local que foram exibidos os primeiros filmes feitos em Portugal. Terá sido o primeiro teatro do Porto a usar iluminação elétrica.

 

 

Mercado do Bolhão

O mercado mais tradicional da cidade foi construído em cima de uma bolha de água (daí o seu nome). Datado de 1850, é um belo exemplo da arquitetura neoclássica, mas é o seu interior, onde a alma Porto está mais presente. Os produtos frescos, a simpatia dos vendedores e a frescura dos produtos tradicionais portugueses merecem uma visita.

 

 

Palácio do Comércio

Edifício de habitação, comércio e escritórios, que surpreende pela sua imponência. Vale a pena prestar atenção às esculturas de cavalos que estão no topo, bem como a toda a sua arquitetura. Foi construído nos anos 40 pelo casal de arquitetos David Moreira da Silva e Maria José Marques da Silva, filha de José Marques da Silva, um dos arquitetos mais importantes da cidade.

 

 

Antigo café A Brasileira

Atualmente está em obras para se transformar num hotel, mas este é um edifício com história. Em 1903, Adriano Teles, que tinha sido emigrante no Brasil, abriu este café para dar a conhecer a sua própria marca de café. Durante as décadas de 50 e 60 era local habitual de tertúlias.

Erasmus
6 Novembro, 2017 /

ESN Porto ajuda estudantes a descobrir a cidade

Fundada em 1991, a Erasmus Student Network Porto (ESN Porto) dá a conhecer, aos estudantes estrangeiros, Portugal e a sua cultura.

A ESN Porto recebe atualmente cerca de 3000 estudantes estrangeiros, fazendo com que aproveitem ao máximo não só o tempo em que estão noutro país, como também a cultura do local onde estão a estudar e a viver.

A atividade da ESN está organizada em oito departamentos, promovendo, por exemplo, eventos semanais, que podem ser torneios desportivos, saídas à noite ou até workshops de cozinha tradicional. São também organizadas viagens para que os estudantes estrangeiros possam ficar a conhecer alguns dos mais bonitos locais de Portugal.

As festas temáticas são outra das formas de integração e de convívio associação, que trabalha também com uma vasta rede de parceiros, para que os portadores do ESNCard possam usufruir de descontos em viagens, tratamentos dentários, restaurantes, etc.

A ESN Porto promove igualmente o voluntariado entre os seus membros, abrangendo três áreas: solidariedade social, ambiente e educação.

Contactos:

Praça Gomes Teixeira SN
Reitoria da Universidade do Porto
Sala 500 – Porto

facebook.com/ErasmusStudentNetworkPorto/

http://www.esnporto.org/

Voluntariado universitário
6 Novembro, 2017 /

A VO.U. – Associação de Voluntariado Universitário é uma organização não lucrativa fundada em 2008 por um grupo de jovens com uma enorme vontade de mudar o mundo.

Acreditamos no conceito de Educação Superior Solidária, trabalhando na promoção da tolerância, igualdade e reciprocidade entre todos os membros da nossa sociedade. Assim, os nossos voluntários agem de forma multidisciplinar: das crianças aos idosos; dos animais ao seu habitat natural; da dança à saúde pública.

Curioso? Junta-te a nós neste grande aventura e aspira a voos mais altos! Lá no fundo podes ser um guerreiro, um génio, um amante da natureza, uma alma pacífica ou até um beijoqueiro compulsivo. Tudo isso é fantástico e o que interessa é a tua coragem para ajudar a tornar real esta mudança!

Eu VO.U., e tu?

Contactos:

Rua Jorge Viterbo Ferreira, nº 228; Porto
Mais informações em http://vou.pt ou através do e-mail geral@vou.pt.

Ribeira – o mais famoso postal do Porto
17 Outubro, 2017 / ,

A paisagem é inconfundível e mundialmente famosa devido à sua beleza e singularidade. O casario e as ruas estreitas enquadram o Rio Douro, onde os barcos rabelos e as pontes ajudam a compor um quadro colorido e inesquecível.

A Ribeira é uma das zonas mais famosas da cidade e local obrigatório para quem quer conhecer a cidade e guardar, em fotografia ou vídeo, uma paisagem que permanece na memória. Na verdade, a história do Porto está intrinsecamente ligada à Ribeira, pois foi a partir daqui que foi sendo construída não só a cidade, como a própria alma dos portuenses.

O Rio Douro foi, desde tempos remotos, um local de comércio e de intercâmbio de culturas; os comerciantes de várias partes do mundo deixavam aqui as suas mercadorias, levando pelo mundo foram produtos como o Vinho do Porto, que ajudariam a dar fama e riqueza a esta cidade única.

A zona da Ribeira está incluída na classificação de Património da Humanidade atribuída pela UNESCO. Percorrer as suas ruas estreitas, contemplar o rio ou deixar-se encantar pelos seus monumentos e gastronomia são atividades “obrigatórias” para que visita a cidade.

Pontos de interesse:

Praça da Ribeira: O chafariz foi reconstruído após descobertas arqueológicas realizadas nos anos 80. Nessa altura foi também instalado na praça o Cubo da Ribeira, uma escultura da autoria de José Rodrigues. A estátua de São João Baptista, feita por João Cutileiro, foi colocada no chafariz no ano 2000. Com uma localização invejável e diversas esplanadas, é o local ideal para parar um pouco e desfrutar da paisagem.

Capela da Senhora do Ó: Edifício datado do séc. XVII, remodelado no séc. XIX após a destruição ocorrida durante as lutas liberais. No interior, destaca-se um retábulo em talha de inícios do séc. XVIII e a imagem da Senhora do Ó, proveniente da capela da Porta da Ribeira, que foi demolida em 1821.

Pilares da Ponte Pênsil: A ponte abriu ao público em 1843, respondendo assim à necessidade de uma travessia permanente entre o Porto e Gaia. Existiu apenas durante 44 anos, já que a população não confiava na sua segurança. Foi substituída pela Ponte de Luiz I, mas ainda restam dois pilares em pedra, em forma de obelisco.

Alminhas da Ponte: um baixo-relevo que recorda um dos momentos mais trágicos da história do Porto. Durante as Invasões Francesas, centenas de pessoas tentaram fugir para a outra margem percorrendo uma ponte feita de barcos. A ponte afundou com o peso e ainda hoje são colocadas no local velas em memória das muitas vítimas desta tragédia.

Postigo do Carvão: É o único que resta das 18 portas e postigos que existiam nas Muralhas Fernandinas, construídas no séc. XIV em redor da cidade do Porto. Fazia a ligação da Rua da Fonte Taurina ao Cais da Ribeira, onde atracavam os barcos no rio Douro.

 

Cadeia da Relação vai ser Monumento Nacional
13 Março, 2017 /

Cadeia da Relação vai ser Monumento Nacional

O histórico edifício, que desde 2001 é a casa do Centro Português de Fotografia, vai ser classificado como Monumento Nacional.

A construção foi concluída em 1796 e desde então, o imponente edifício, situado em pleno Centro Histórico, bem perto da Torre dos Clérigos, já teve várias utilizações, tendo sido um tribunal, mas também uma prisão.

Foi nesta cadeia que o famoso escritor português Camilo Castelo Branco escreveu a sua obra mais famosa, “Amor de Perdição”, em 1861. O escritor cumpria pena por adultério e baseou-se na história do seu tio, Simão Botelho, que também ali tinha estado preso e que, tal como as personagens do livro, tinha vivido uma história de amor trágica e proibida, que o levaria à morte.

Pela cadeia passou também Zé do Telhado, uma espécie de Robin Hood do século XIX, que, segundo a lenda, roubava aos ricos para dar aos pobres.

A Cadeia da Relação foi reabilitada, num projeto da autoria dos arquitetos Eduardo Souto Moura e Humberto Vieira.

Porto.
3 Março, 2017 /

O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa. O seu rico património monumental e artístico, o vinho do porto, os espaços de lazer ao ar livre e a vida cultural são apenas algumas das razões para visitar esta cidade.

A qualquer hora do dia, 365 dias por ano, o Porto tem um encanto especial para quem visita a cidade pela primeira vez, tal como para aqueles que voltam para uma segunda visita, para descobrir uma cidade que é moderna e autêntica. Em 1996, o centro histórico do Porto foi classificado pela UNESCO como Património Mundial.

A cidade desenvolveu-se ao longo da margem do rio e do mar, criando um “enorme casario” como canta Rui Veloso numa das músicas que referem a cidade.

Descobrir o Porto significa encontrar percorrer as suas ruas e ser surpreendido em cada canto e esquina da cidade. Embora mantendo o seu carácter hospitaleiro e conservador, a cidade é, ao mesmo tempo, contemporânea. Essa caraterística pode ser vista nas suas ruas, na arquitetura, nos monumentos e museus, nas áreas de lazer e esplanadas e claro no seu comércio vibrante que dá vida a toda uma cidade.

São vários os eventos que animam a cidade, desde os culturais, desportivos e claro culminando na grande festa da cidade o ‘São João’.

Visitar o porto é encontrar-se com a história da cidade e acima de tudo usufruir da hospitalidade das suas gentes. Que os receberão de braços abertos, acolhendo-os como fazendo parte desta enorme cidade.