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Vinho do Porto: uma tradição de Natal
5 Dezembro, 2017 / ,

Em Portugal o Natal é sempre um bom pretexto para beber, comprar ou oferecer Vinho do Porto. Visitar as Caves do Vinho do Porto é a melhor forma de ter, na mesa ou na lista dos presentes de Natal, os melhores vinhos.

A diversidade é grande e cada tipo de Vinho do Porto se adequa a pratos e momentos específicos, pelo que o melhor é conhecer bem este vinho, porque só assim será capaz de o apreciar em toda a sua plenitude.

O melhor local para ficar a saber tudo sobre o Vinho do Porto são as caves, situadas em Vila Nova de Gaia. Era aí que, até ao século passado, atracavam os barcos rabelos, vindos das quintas do Douro com pipas de vinho, que seria depois armazenado nestes enormes armazéns situados junto ao rio, onde a luz e a humidade ajudam a que o sabor, a cor e a textura sejam apurados.

Hoje, as caves são locais quase obrigatórios para quem visita a cidade do Porto. Além de ficar a conhecer toda a história do Vinho do Porto e o percurso feito pelas uvas desde o Douro até ao momento em que chegam ao seu copo, terá também a oportunidade de provar e de comprar vários tipos de vinho.

A nossa sugestão de visita vai para as caves Ferreira e as Caves Sandeman.

 

CELLARS/ CAVES /BODEGAS

Ferreira

 

Avenida Ramos Pinto, 70, Vila Nova de Gaia

Horário: 10h00 – 12h30 / 14h00 – 18h00

 

 

 

 

Visita Clássica | Preço 10€ pax:
Visita às Caves, incluindo a Sala dos Pertences da Dona Antónia e o Museu, com prova de dois Vinhos do Porto.

Visita Dona Antónia | Preço 20€ pax:
Visita para pequenos grupos, com prova alargada e uma seleção de 5 Vinhos do Porto, num espaço reservado.

Visita Casa Ferreirinha | Preço 14€ pax:
Visita às Caves, com uma prova de três Vinhos do Douro DOP Casa Ferreirinha, produtora do famoso Barca Velha.

Sandeman

 

Largo Miguel Bombarda, 3, Vila Nova de Gaia

Horário:
Todos os dias | 09h30 – 12h30 / 14h00 – 17h30

 

 

 

 

Visita Clássica | Preço 10€ pax:
Visita guiada com prova de dois Vinhos do Porto Reserva

Visita 1790 | Preço 20€ pax:
Uma visita guiada que tem início no Museu Sandeman e finaliza com uma prova mais alargada de Vinhos do Porto, no espaço 1790

Visita “100 Anos de Tawnies  Velhos” | Preço 40€ pax:
Uma visita para descobrir a longa tradição da Sandeman no envelhecimento e blend de Vinhos do Porto. No final, uma prova compreensiva de um século de Tawnies – prova de 10, 20, 30 e 40 anos – num espaço reservado e intimista que também alberga a Coleção de Garrafas Antigas Sandeman.

 

Visita Premium | Preço 13€ pax:
Uma visita guiada pelas Caves Sandeman, com prova de três vinhos de categoria superior (Branco, Ruby e Tawny).

Pontos de interesse:
Coleção de garrafas Sandeman – mais de 60 exemplares de garrafas inglesas feitas à mão dos séculos XVII e XVIII.

As sugestões de Joaquim de Almeida
6 Novembro, 2017 / , , ,

Com uma carreira de quase 40 anos e mais de 100 filmes e séries de televisão, Joaquim de Almeida é o ator português mais famoso em todo o mundo. Vive nos EUA, onde se desenvolve a maior parte da sua carreira, mas passa alguns períodos do ano em Portugal.

Nasceu em Lisboa em março de 1957, sendo o sexto de oito filhos de um casal de farmacêuticos. A sua carreira, contudo, viria a ser outra e, ainda muito jovem, optou por seguir a profissão de ator. Quando o Conservatório de Lisboa foi temporariamente fechado, devido à agitação causada pela revolução do 25 de abril, mudou-se para Viena para continuar a estudar. Nessa altura chegou a trabalhar como jardineiro.

Em 1976 foi para Nova Iorque para estudar representação com Lee Strasberg, Nicholas Ray e Stella Adler, enquanto trabalhava num bar. O seu primeiro papel de relevo surgiu em 1981 no filme “”The Soldier”, mas seria “Good Morning Babylon” a lançá-lo numa carreira internacional que, desde então, ainda não parou. Trabalhou com atores e realizadores como Harrison Ford, Gene Hackman, Antonio Banderas, Robert Rodriguez, Steven Soderberg, Benicio del Toro ou Kiefer Sutherland.

Aos papéis como ator convidado em séries como “CSI Miami” ou “Bones” – onde despenhou muitas vezes o papel de vilão latino – somou participações regulares em temporadas de outras, como “24”, “Queen of the South” ou “Training Day”. Simultaneamente, continuou a trabalhar com realizadores e atores portugueses, tendo alcançado sucessos de bilheteira e conquistado vários prémios e distinções.

Melhor bar

Numa vertente mais cultural, Os Maus Hábitos. Para sair tarde pela noite fora, em qualquer dia da semana, a Casa Do Livro

Melhor Restaurante

É difícil escolher um. Assim, vão três: O Oficina do chefe Marco Gomes ou o LSD do chef João Lupo e também o menos conhecido Paparico, talvez o maior segredo para comer bem no Porto

Sítio Romântico e Passeio

Subir o Douro no barco que foi construído para os 60 anos de Reinado da Rainha Isabel de Inglaterra. Passar duas noites nuns quartos acolhedores e usufruir de um serviço de primeira. Em Setembro e Outubro é a melhor altura para o fazer.

Segredo da Cidade

É a vista que se tem a partir do espaço da Cooperativa Árvore. Que lindo que é ver o Douro dali, passar a tarde entre um vinho e um petisco…Bem perto do centro e, mesmo assim, ainda tão desconhecido dos portuenses.

Ribeira – o mais famoso postal do Porto
17 Outubro, 2017 / ,

A paisagem é inconfundível e mundialmente famosa devido à sua beleza e singularidade. O casario e as ruas estreitas enquadram o Rio Douro, onde os barcos rabelos e as pontes ajudam a compor um quadro colorido e inesquecível.

A Ribeira é uma das zonas mais famosas da cidade e local obrigatório para quem quer conhecer a cidade e guardar, em fotografia ou vídeo, uma paisagem que permanece na memória. Na verdade, a história do Porto está intrinsecamente ligada à Ribeira, pois foi a partir daqui que foi sendo construída não só a cidade, como a própria alma dos portuenses.

O Rio Douro foi, desde tempos remotos, um local de comércio e de intercâmbio de culturas; os comerciantes de várias partes do mundo deixavam aqui as suas mercadorias, levando pelo mundo foram produtos como o Vinho do Porto, que ajudariam a dar fama e riqueza a esta cidade única.

A zona da Ribeira está incluída na classificação de Património da Humanidade atribuída pela UNESCO. Percorrer as suas ruas estreitas, contemplar o rio ou deixar-se encantar pelos seus monumentos e gastronomia são atividades “obrigatórias” para que visita a cidade.

Pontos de interesse:

Praça da Ribeira: O chafariz foi reconstruído após descobertas arqueológicas realizadas nos anos 80. Nessa altura foi também instalado na praça o Cubo da Ribeira, uma escultura da autoria de José Rodrigues. A estátua de São João Baptista, feita por João Cutileiro, foi colocada no chafariz no ano 2000. Com uma localização invejável e diversas esplanadas, é o local ideal para parar um pouco e desfrutar da paisagem.

Capela da Senhora do Ó: Edifício datado do séc. XVII, remodelado no séc. XIX após a destruição ocorrida durante as lutas liberais. No interior, destaca-se um retábulo em talha de inícios do séc. XVIII e a imagem da Senhora do Ó, proveniente da capela da Porta da Ribeira, que foi demolida em 1821.

Pilares da Ponte Pênsil: A ponte abriu ao público em 1843, respondendo assim à necessidade de uma travessia permanente entre o Porto e Gaia. Existiu apenas durante 44 anos, já que a população não confiava na sua segurança. Foi substituída pela Ponte de Luiz I, mas ainda restam dois pilares em pedra, em forma de obelisco.

Alminhas da Ponte: um baixo-relevo que recorda um dos momentos mais trágicos da história do Porto. Durante as Invasões Francesas, centenas de pessoas tentaram fugir para a outra margem percorrendo uma ponte feita de barcos. A ponte afundou com o peso e ainda hoje são colocadas no local velas em memória das muitas vítimas desta tragédia.

Postigo do Carvão: É o único que resta das 18 portas e postigos que existiam nas Muralhas Fernandinas, construídas no séc. XIV em redor da cidade do Porto. Fazia a ligação da Rua da Fonte Taurina ao Cais da Ribeira, onde atracavam os barcos no rio Douro.

 

As praias do Porto
10 Julho, 2017 /

Os dias de sol e de calor convidam a uma ida à praia e no Porto não é preciso ir muito longe para encontrar um lugar tranquilo à beira-mar para apanhar sol, passear, saborear um deliciosa refeição ou uma bebida fresca.

Ter praia na cidade é um sonho fácil de concretizar para quem está no Porto. Conheça as nove praias com Bandeira Azul onde pode desfrutar do Verão sem abdicar da vida na cidade.

Praia do Ourigo – A tradição dos banhos na Praia do Ourigo já remonta ao século XVI, quando se acreditava que estas águas curavam doenças.

Praia do Homem do Leme – Ideal para quem tem crianças, já que dispõe de dois parques infantis. É uma praia rochosa, com um areal de 374 metros. O nome vem da estátua de bronze, colocada na Avenida de Montevideu, que presta homenagem aos pescadores.

Praia do Carneiro – Tem um areal extenso e já é bastante frequentada desde o século XIX. Há alguns séculos aquela era uma zona de pastoreio. Diz a lenda popular que foi ali que um desses carneiros se perdeu do rebanho. A imagem do carneiro ficou eternizada em cima do Chalé Suíço (um quiosque que ainda hoje existe na Rua do Passeio Alegre).

Praia das Pastoras – O areal é delimitado por dois molhes, o que a protege do vento. É neste local que o Rio Douro desagua no Oceano Atlântico. Tem este nome porque era costume as pastoras trazerem aqui os seus carneiros a pastar as ervas e a maresia.

Praia de Gondarém – Praia com 115 metros de extensão. O nome desta praia deriva do Latim e significa algo como “descanso na batalha”. Tem um paredão de pedra que é encoberto para preia-mar, tornando-a mais segura para crianças.

Praia do Molhe – Tem uma extensão de 168 metros e deve o seu nome à estrutura costeira, semelhante a um pontão, que avança para o mar e que delimita a zona de banhos. A paisagem é embelezada pela Pérgola da Foz, uma balaustrada de cimento construída nos anos 30 que funciona como um miradouro privilegiado sobre o mar. A escadaria e a zona envolvente fazem com que seja uma das praias mais bonitas do Porto.

Praia dos Ingleses – Tal como o nome indica, era a praia preferida pela comunidade britânica do Porto. Tem um areal com 86 metros de areal, uma zona de declives bastante suaves e areia fina.

Praia da Luz – Um pequeno areal enquadrado por rochas e por uma zona ajardinada na Avenida do Brasil. Quando a maré está baixa podem ver-se dois pontões de apoio aos banhos do século XIX.

Praia do Castelo do Queijo – Situada junto ao Castelo do Queijo. É uma zona rochosa, bastante procurada por pescadores e por pessoas que procuram aproveitar as propriedades medicinais das rochas.

 

 

Cedofeita: uma rua com muitas vidas
23 Abril, 2017 / , ,

Foi uma das marcas da renovação urbana no século XVIII e um dos pontos de partida para o renascimento da Baixa, já no século XXI. Uma grande parte desta rua é pedonal, o que a torna perfeita para compras, passeios e para uma refeição tranquila.

As origens de Cedofeita parecem remontar ao século VI e à Igreja de São Martinho de Cedofeita. No entanto, estando afastada das muralhas medievais e da zona ribeirinha, só viria a desenvolver-se plenamente no século XVIII. Nessa altura, e perante o crescimento da cidade em termos económicos e demográficos, tornou-se importante fazer a ligação entre a parte portuária e a zona alta. A Rua de Cedofeita era então conhecida como Rua da Estrada e foi um dos pilares dos planos de urbanização que então foram delineados.

Começaram então a ser construídas as casas que ainda hoje existem: edifícios com dois a quatro andares, com varandas nos pisos superiores e montras voltadas para a rua. O elétrico chegou a passar nesta rua, célebre pelas lojas, como o extinto Bazar dos Três Vinténs (a placa ainda existe).

Apesar de ter sido “esquecida” durante algum tempo, Cedofeita tornou-se, nos últimos anos, um dos pontos centrais de nova vida da Baixa do Porto, tirando partido da proximidade de locais como a Rua Miguel Bombarda ou a Praça Carlos Alberto.

Curiosidades:

No n.º 395 desta rua terá vivido o rei D. Pedro, durante o cerco do Porto, em que as tropas liberais, lideradas por D. Pedro, estiveram cercadas pelos apoiantes do seu irmão, D. Miguel.

No número º 159 habitou Carolina Michaelis, uma ilustre crítica literária e escritora, que foi a primeira mulher a dar aulas numa universidade portuguesa

A Rua de Cedofeita tem 840 metros de extensão: começa na Praça Carlos Alberto e termina na Rua da Boavista.

A escritora portuense Agustina Bessa-Luís dizia que a Rua de Cedofeita era “a mais bonita” do Porto.

Na primeira década deste século, chegou a existir um projeto para que a Rua de Cedofeita passasse a ter uma cobertura em vidro

Mercado do Bolhão
11 Abril, 2017 / ,

A alma do Porto num local mítico

Os sons, os cheiros, as cores, os sabores e a alma da cidade num só espaço. O mítico Mercado do Bolhão, em plena Baixa, é um dos pontos mais pitorescos da cidade.

Classificado como imóvel de interesse público em 2006, o Mercado do Bolhão vai entrar brevemente em remodelação. Esta pode ser, por isso, a última oportunidade para conhecer um dos espaços mais tradicionais da cidade, onde os pregões das vendedoras se misturam com as cores e cheiros de produtos tradicionais.

Construído em 1914, este mercado tem entradas por quatro das ruas mais centrais da cidade: Fernandes Tomás, Alexandre Braga, Rua Formosa e Sá da Bandeira. No entanto, já desde a primeira metade do século XIX que ali existia um pequeno mercado, com algumas barracas de venda de produtos frescos.

A designação de Bolhão (bolha grande, em Português) surgiu devido à existência de uma bolha de água formada pelo rio que por ali passava.

Horário: De segunda sexta, das 08:00 às 17:00 horas.
Sábados, das 07:00 às 13:00 horas

Cinema regressa à Baixa
13 Março, 2017 / ,

O Cinema Trindade, no centro do Porto, volta a receber espetadores, 16 anos depois do encerramento.

Com o aparecimento das grandes salas em centros comerciais, os tradicionais cinemas da Baixa perderem público e acabaram por fechar portas. Uma tendência que se inverte agora, com a reabertura do Cinema Trindade e outros projetos em curso.

Este imponente cinema foi inaugurado em 1916, com a designação de “Salão Jardim Trindade”. Para além de uma sala com mais de mil lugares, possuía um terraço para cinema ao ar livre. O novo espaço, que reabre agora, está adaptado aos novos tempos, com duas salas, separadas por um foyer: uma com 183 lugares, outra com 168. A primeira centra-se no cinema de autor e a outra será um espaço para festivais, programadores independentes ou ciclos de cinema.

Este regresso do cinema à Baixa terá o seu ponto alto quando o Cinema Batalha passar a acolher a futura Casa do Cinema, um local que, para além de exibir filmes, terá também um espaço para investigação. A abertura deverá acontecer em 2018. O Cinema Passos Manuel, junto ao Coliseu, será também modernizado.

Rua do Almada 412, Porto

 

fotos: Miguel Nogueira/CM Porto

Sé do Porto: a joia da cidade
6 Março, 2017 / ,

A Sé do Porto começou a ser construída no século XII, mas ao longo dos séculos foi recebendo influências do Renascimento, Barroco e Rococó.

Só a arquitetura da Sé do Porto é suficiente para que seja considerada como uma das joias da cidade. Ao Gótico da construção inicial, visível no claustro e na Capela de São João Evangelista, junta-se o Maneirismo da Capela do Santíssimo Sacramento e seu altar de prata. O barroco do século XVIII está presente nos frescos da capela-mor e na sacristia, da autoria de Nicolau Nasoni, bem como nos azulejos do claustro.

O interior da Sé é um verdadeiro tesouro, com mobiliário de valor incalculável, onde se incluem mesas e lavatórios em mármores raros, as guarnições de espelhos, armários e um relógio de pau-preto em estilo Rococó.

No exterior, o Terreiro da Sé que é enquadrado pelos edifícios da Catedral, Casa do Cabido, Paço Episcopal e Casa da Câmara. É um dos miradouros privilegiados da cidade, já que dali é possível avistar a zona do Barredo, o Rio Douro e a cidade de Gaia.

Avenida dos Aliados – A sala de visitas do Porto
3 Março, 2017 / ,

É o coração da cidade, onde se recebem chefes de Estado, celebram vitórias e se assinalam datas importantes, como a Passagem de Ano ou o São João.

Na verdade, o espaço que é vulgarmente designado como Avenida dos Aliados, inclui também a Praça da Liberdade  (a sul) e a Praça do General Humberto Delgado, do lado norte, onde se situa o edifício da Câmara Municipal. A localização central e as suas dimensões permitem acolher milhares de pessoas, sendo por isso o local escolhido para assinalar os grandes momentos da vida da cidade.

O granito predomina nos edifícios, muitos deles verdadeiras obras de arte construídas durante um período áureo para o Porto. Os planos para fazer deste local uma praça pública remontam ao século XVII, mas seriam precisos vários anos até que as obras avançassem. Os campos agrícolas deram lugar a arruamentos mais modernos, mas seria preciso esperar pelo século XIX para que este lugar se tornasse no centro político, económico e social da cidade. Cafés e botequins ocupavam um espaço que mais tarde viria a ser de bancos e escritórios e que hoje, para além de esplanadas e restaurantes, acolhe também hotéis e lojas, bem como estátuas e esculturas que contrastam com o espelho de água e calçada em granito, de construção mais recente.

As obras da avenida tiveram início em 1916, com a demolição do anterior edifício dos Paços do Concelho. A nova Câmara Municipal resulta de um projeto do arquiteto Correia da Silva datado de 1920, mas as instalações só ficariam concluídas nos anos 50.

Já no século XXI, e devido à construção de uma estação de metro nos Aliados, o espaço viria novamente a ser requalificado, num projeto dos arquitetos Álvaro Siza e Eduardo Souto Moura.

 

Pérola Negra: noites vintage no coração da Baixa
19 Fevereiro, 2017 / ,

O Pérola Negra recupera o espírito das noites dos anos 80 e 90 num espaço que mantém a estética “retro” e algo burlesca e onde a diversão é garantida.

É um dos mais recentes espaços de diversão noturna na cidade do Porto. O Pérola Negra, que durante mais de 40 anos funcionou como boîte destinada ao público masculino, manteve a decoração onde predominam madeiras escuras, as paredes com espelhos e bancos forrados a vermelho em redor de pista de dança com estrado e bola de cristais.

Hoje é um local de diversão para várias gerações, localizado em plena Baixa e, por isso, ideal para uma noite bem passada. Para além deste novo conceito de “um espaço para todos”, o Pérola Negra aposta também em recuperar o espírito das noites dos anos 80 e 90, quando a noite começava com a abertura da pista de dança, com efeitos de fumos e uma música específica. Depois, e à medida que as horas passam, a música torna-se mais atual e a pista é invadida pelos mais recentes hits da música de dança.

Rua de Gonçalo Cristóvão 284, Porto

Informações/Reservas telf-935200913