Atualidade

Ribeira – o mais famoso postal do Porto
17 Outubro, 2017 / ,

A paisagem é inconfundível e mundialmente famosa devido à sua beleza e singularidade. O casario e as ruas estreitas enquadram o Rio Douro, onde os barcos rabelos e as pontes ajudam a compor um quadro colorido e inesquecível.

A Ribeira é uma das zonas mais famosas da cidade e local obrigatório para quem quer conhecer a cidade e guardar, em fotografia ou vídeo, uma paisagem que permanece na memória. Na verdade, a história do Porto está intrinsecamente ligada à Ribeira, pois foi a partir daqui que foi sendo construída não só a cidade, como a própria alma dos portuenses.

O Rio Douro foi, desde tempos remotos, um local de comércio e de intercâmbio de culturas; os comerciantes de várias partes do mundo deixavam aqui as suas mercadorias, levando pelo mundo foram produtos como o Vinho do Porto, que ajudariam a dar fama e riqueza a esta cidade única.

A zona da Ribeira está incluída na classificação de Património da Humanidade atribuída pela UNESCO. Percorrer as suas ruas estreitas, contemplar o rio ou deixar-se encantar pelos seus monumentos e gastronomia são atividades “obrigatórias” para que visita a cidade.

Pontos de interesse:

Praça da Ribeira: O chafariz foi reconstruído após descobertas arqueológicas realizadas nos anos 80. Nessa altura foi também instalado na praça o Cubo da Ribeira, uma escultura da autoria de José Rodrigues. A estátua de São João Baptista, feita por João Cutileiro, foi colocada no chafariz no ano 2000. Com uma localização invejável e diversas esplanadas, é o local ideal para parar um pouco e desfrutar da paisagem.

Capela da Senhora do Ó: Edifício datado do séc. XVII, remodelado no séc. XIX após a destruição ocorrida durante as lutas liberais. No interior, destaca-se um retábulo em talha de inícios do séc. XVIII e a imagem da Senhora do Ó, proveniente da capela da Porta da Ribeira, que foi demolida em 1821.

Pilares da Ponte Pênsil: A ponte abriu ao público em 1843, respondendo assim à necessidade de uma travessia permanente entre o Porto e Gaia. Existiu apenas durante 44 anos, já que a população não confiava na sua segurança. Foi substituída pela Ponte de Luiz I, mas ainda restam dois pilares em pedra, em forma de obelisco.

Alminhas da Ponte: um baixo-relevo que recorda um dos momentos mais trágicos da história do Porto. Durante as Invasões Francesas, centenas de pessoas tentaram fugir para a outra margem percorrendo uma ponte feita de barcos. A ponte afundou com o peso e ainda hoje são colocadas no local velas em memória das muitas vítimas desta tragédia.

Postigo do Carvão: É o único que resta das 18 portas e postigos que existiam nas Muralhas Fernandinas, construídas no séc. XIV em redor da cidade do Porto. Fazia a ligação da Rua da Fonte Taurina ao Cais da Ribeira, onde atracavam os barcos no rio Douro.

 

Ribeira – o mais famoso postal do Porto
12 Outubro, 2017 / ,

A paisagem é inconfundível e mundialmente famosa devido à sua beleza e singularidade. O casario e as ruas estreitas enquadram o Rio Douro, onde os barcos rabelos e as pontes ajudam a compor um quadro colorido e inesquecível.

A Ribeira é uma das zonas mais famosas da cidade e local obrigatório para quem quer conhecer a cidade e guardar, em fotografia ou vídeo, uma paisagem que permanece na memória. Na verdade, a história do Porto está intrinsecamente ligada à Ribeira, pois foi a partir daqui que foi sendo construída não só a cidade, como a própria alma dos portuenses.

O Rio Douro foi, desde tempos remotos, um local de comércio e de intercâmbio de culturas; os comerciantes de várias partes do mundo deixavam aqui as suas mercadorias, levando pelo mundo foram produtos como o Vinho do Porto, que ajudariam a dar fama e riqueza a esta cidade única.

A zona da Ribeira está incluída na classificação de Património da Humanidade atribuída pela UNESCO. Percorrer as suas ruas estreitas, contemplar o rio ou deixar-se encantar pelos seus monumentos e gastronomia são atividades “obrigatórias” para que visita a cidade.

Pontos de interesse:

Praça da Ribeira: O chafariz foi reconstruído após descobertas arqueológicas realizadas nos anos 80. Nessa altura foi também instalado na praça o Cubo da Ribeira, uma escultura da autoria de José Rodrigues. A estátua de São João Baptista, feita por João Cutileiro, foi colocada no chafariz no ano 2000. Com uma localização invejável e diversas esplanadas, é o local ideal para parar um pouco e desfrutar da paisagem.

Capela da Senhora do Ó: Edifício datado do séc. XVII, remodelado no séc. XIX após a destruição ocorrida durante as lutas liberais. No interior, destaca-se um retábulo em talha de inícios do séc. XVIII e a imagem da Senhora do Ó, proveniente da capela da Porta da Ribeira, que foi demolida em 1821.

Pilares da Ponte Pênsil: A ponte abriu ao público em 1843, respondendo assim à necessidade de uma travessia permanente entre o Porto e Gaia. Existiu apenas durante 44 anos, já que a população não confiava na sua segurança. Foi substituída pela Ponte de Luiz I, mas ainda restam dois pilares em pedra, em forma de obelisco.

Alminhas da Ponte: um baixo-relevo que recorda um dos momentos mais trágicos da história do Porto. Durante as Invasões Francesas, centenas de pessoas tentaram fugir para a outra margem percorrendo uma ponte feita de barcos. A ponte afundou com o peso e ainda hoje são colocadas no local velas em memória das muitas vítimas desta tragédia.

Postigo do Carvão: É o único que resta das 18 portas e postigos que existiam nas Muralhas Fernandinas, construídas no séc. XIV em redor da cidade do Porto. Fazia a ligação da Rua da Fonte Taurina ao Cais da Ribeira, onde atracavam os barcos no rio Douro.

Cadeia da Relação vai ser Monumento Nacional
13 Março, 2017 /

Cadeia da Relação vai ser Monumento Nacional

O histórico edifício, que desde 2001 é a casa do Centro Português de Fotografia, vai ser classificado como Monumento Nacional.

A construção foi concluída em 1796 e desde então, o imponente edifício, situado em pleno Centro Histórico, bem perto da Torre dos Clérigos, já teve várias utilizações, tendo sido um tribunal, mas também uma prisão.

Foi nesta cadeia que o famoso escritor português Camilo Castelo Branco escreveu a sua obra mais famosa, “Amor de Perdição”, em 1861. O escritor cumpria pena por adultério e baseou-se na história do seu tio, Simão Botelho, que também ali tinha estado preso e que, tal como as personagens do livro, tinha vivido uma história de amor trágica e proibida, que o levaria à morte.

Pela cadeia passou também Zé do Telhado, uma espécie de Robin Hood do século XIX, que, segundo a lenda, roubava aos ricos para dar aos pobres.

A Cadeia da Relação foi reabilitada, num projeto da autoria dos arquitetos Eduardo Souto Moura e Humberto Vieira.

Porto.
3 Março, 2017 /

O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa. O seu rico património monumental e artístico, o vinho do porto, os espaços de lazer ao ar livre e a vida cultural são apenas algumas das razões para visitar esta cidade.

A qualquer hora do dia, 365 dias por ano, o Porto tem um encanto especial para quem visita a cidade pela primeira vez, tal como para aqueles que voltam para uma segunda visita, para descobrir uma cidade que é moderna e autêntica. Em 1996, o centro histórico do Porto foi classificado pela UNESCO como Património Mundial.

A cidade desenvolveu-se ao longo da margem do rio e do mar, criando um “enorme casario” como canta Rui Veloso numa das músicas que referem a cidade.

Descobrir o Porto significa encontrar percorrer as suas ruas e ser surpreendido em cada canto e esquina da cidade. Embora mantendo o seu carácter hospitaleiro e conservador, a cidade é, ao mesmo tempo, contemporânea. Essa caraterística pode ser vista nas suas ruas, na arquitetura, nos monumentos e museus, nas áreas de lazer e esplanadas e claro no seu comércio vibrante que dá vida a toda uma cidade.

São vários os eventos que animam a cidade, desde os culturais, desportivos e claro culminando na grande festa da cidade o ‘São João’.

Visitar o porto é encontrar-se com a história da cidade e acima de tudo usufruir da hospitalidade das suas gentes. Que os receberão de braços abertos, acolhendo-os como fazendo parte desta enorme cidade.